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FAQ - Perguntas e respostas frequentes

 

Quanto se economiza com a coleta seletiva?

A coleta seletiva é quatro vezes mais cara que a convencional em Florianópolis. O município investe nesta modalidade pelos ganhos ambientais e sociais.

No destino final, cada tonelada de materiais recicláveis economiza ao município o custo de R$ 126 correspondentes ao serviço de transporte e aterramento. O material é doado a associações de triadores que o comercializam por um valor médio de R$ 400 (mix feito por frações de materiais).

Então, as mil toneladas produzidas por mês pela coleta seletiva da Comcap irrigam o mercado da Grande Florianópolis com R$ 400 mil em matérias secundárias. Geram renda e oportunidade de trabalho para quase 300 pessoas.

 

Como tem se comportado a coleta seletiva em Florianópolis?

Desde dezembro de 2010, quando o presidente Lula sancionou a Política Nacional de Resíduos Sólidos e o Ministério Público de Santa Catarina ajustou a retirada dos catadores das ruas do Centro da Capital, a coleta seletiva em Florianópolis mais do que quintuplicou, passando de 2 mil toneladas para 12 mil toneladas/ano. A quantidade de materiais que em 2005 era recolhida num ano inteiro, hoje é recolhida num único mês.

 

Crescimento da coleta em Florianópolis nos últimos anos:

2009
+ 167% coleta seletiva
+ 3,22% coleta convencional

 

2010
+ 41,3% coleta seletiva
+ 3,52% coleta convencional

 

2011
+ 29,94% coleta seletiva
+ 4,17% coleta convencional

 

2012
+ 15,75% coleta seletiva
+ 5,51% coleta convencional

 

2013
+ 3,32% coleta seletiva
+ 4,43% coleta convencional

 

2014
+ 2,76% coleta seletiva
+ 5,41% coleta convencional

 

Para onde vai o material reciclável recolhido pela Comcap?

Hoje, as três associações de catadores instaladas em Florianópolis (ACMR no Itacorubi, Aresp no Monte Cristo e Recicla Floripa no Alto da Caieira) absorvem pouco mais da meta da produção da coleta seletiva. O restante é encaminhado a associações e organizações familiares da Grande Florianópolis. 

 

 

Como é feita a coleta de resíduos no município? Quantas vezes por semana? Atende todos os bairros?

 

A coleta de resíduos sólidos em Florianópolis é feita no sistema porta a porta. Há dois tipos de coleta: a convencional (orgânico e rejeito) e a seletiva (materiais recicláveis secos como plástico, papel, vidro e metal).

 

A coleta convencional é realizada:

- seis vezes por semana nas regiões comerciais/serviços e gastronômicas

- três vezes por semana nas regiões residenciais e mistas.

 

A coleta seletiva é realizada:

- seis vezes por semana nas regiões comerciais/serviços do Centro e do Estreito

- duas vezes por semana nos bairros do Continente, em Jurerê Internacional e em parte da Bacia do Itacorubi

- uma vez por semana nos demais bairros e balneários.

 

A coleta convencional é universal, atende todos os domicílios de Florianópolis. Onde não há condições de coleta porta a porta, em áreas de interesse social, a Comcap oferece sistema de contentores plásticos de resíduos e/ou lixeiras de alvenaria e metal para uso coletivo.

 

Os roteiros da coleta seletiva atendem 100% dos bairros da cidade, mas 90% dos domicílios. Onde não há condições de coleta porta a porta, pelas características geográficas e nas áreas de interesse social, os moradores levam os materiais recicláveis até rua mais próxima, onde passa roteiro da coleta seletiva. Esse deslocamento, em geral, não é superior a um quilômetro.

 

Quem realiza o trabalho?

A Companhia Melhoramentos da Capital (Comcap), empresa de economia mista concessionária dos serviços de coleta de resíduos sólidos e limpeza pública, com seu quadro próprio de motoristas, garis e auxiliares operacionais.

 

Como é feito?

A coleta seletiva é feita pela Comcap desde 1988, com o Projeto Beija-flor implantado em comunidades de interesse social.

Em 1994, foi estendida às áreas urbanas com maior adensamento populacional.

Em 1997, passou a atender praticamente toda a cidade, até que em 2013, com a implantação da coleta seletiva na Tapera, chegou a 100% dos bairros da cidade.

Em 2008, a Comcap tornou diária a seletiva no Centro da cidade. A partir daí, a coleta seletiva quintuplicou. Tudo o que era coletado na cidade inteira, passou a ser recolhido apenas no Centro. A mudança ocorreu por conta de um termo de ajustamento de conduta assinado com o Ministério Público de Santa Catarina. Pelo TAC, os catadores de materiais recicláveis que operavam debaixo da Ponte Colombo Salles deixaram de atuar no centro da cidade. Foram transferidos para galpão cedido pela Comcap. A medida teve o objetivo de reduzir riscos aos trabalhadores e impactos ao trânsito. A Comcap assumiu o recolhimento desses materiais de modo que hoje, Florianópolis é uma das poucas cidades – possivelmente a única capital – a manter dois tipos de coleta diária no Centro da cidade.

 

O município tem alguma associação de catadores/ coletores de materiais recicláveis? Quantos?

O município de Florianópolis doa os materiais recicláveis para as associações de catadores. Preferencialmente para as três associações instaladas em galpões cedidos pela Comcap e pela Prefeitura Municipal de Florianópolis. Essas associações absorvem pouco mais de 50% da produção da coleta seletiva da Comcap. O restante é encaminhado para mais de uma dezena de parceiros na Grande Florianópolis.

Pertencem ao município de Florianópolis:

- Associação dos Coletores de Materiais Recicláveis (ACMR), no Bairro Itacorubi

- Associação Recicladores Esperança (Aresp), no Bairro Monte Cristo

- Associação Recicla Floripa, no Alto da Caieira do Saco dos Limões.



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